O Senac Sergipe participou, nos dias 4 e 5 de agosto, no Rio de Janeiro, da Oficina sobre Atendimento Educacional Especializado (AEE) e Plano de Ensino Individualizado (PEI). A ação foi promovida pelo Departamento Nacional do Senac como parte do Programa Senac Nacional de Diversidade, Inclusão e Equidade – Multitude Edu, com o objetivo de alinhar diretrizes para o fortalecimento de práticas pedagógicas voltadas à garantia do direito à aprendizagem.
A delegação sergipana foi composta pela gerente do Núcleo de Promoção Social e Relação com Egressos e representante do Programa Multitude Edu no estado, Marileide Martins, e pela psicóloga educacional e multiplicadora de ações de inclusão, Sílvia Conceição. As profissionais serão responsáveis pela multiplicação dos conteúdos com as equipes pedagógicas e com o corpo docente das unidades do Senac no estado.

“Essa é uma oportunidade de ampliar nosso olhar sobre as necessidades dos nossos alunos e fortalecer o trabalho que já vem sendo construído no Senac em favor da inclusão. Esses momentos de formação fortalecem a troca de experiências, qualificam nossa atuação e contribuem para a construção de uma escola cada vez mais inclusiva, acolhedora e comprometida com o desenvolvimento de todos os estudantes”, declarou Sílvia Conceição.
Durante a programação, os participantes apresentaram recursos pedagógicos e soluções acessíveis desenvolvidas nas regionais. O Senac Sergipe levou para a exposição um teclado com caracteres ampliados, confeccionado para atender alunos com baixa visão. O dispositivo foi produzido pelo instrutor David Kenedy, da Unidade de Lagarto, sob orientação da Coordenação Pedagógica do centro educacional, com o propósito de viabilizar o acompanhamento das aulas práticas de Informática.
De acordo com Marileide Martins, o desenvolvimento de recursos desse tipo reflete a aplicação prática das diretrizes de acessibilidade na rotina acadêmica. “As tecnologias assistivas artesanais mostram como adaptações pontuais no ambiente de sala de aula eliminam barreiras físicas e comunicacionais, permitindo que o estudante desenvolva suas competências técnicas de forma autônoma ao longo de todo o percurso formativo”, pontuou a gerente.