Com o objetivo de reduzir a evasão escolar e acompanhar o desempenho escolar, o Senac realizou uma visita técnica às turmas de Aprendizagem Profissional de Qualificação na unidade de Propriá. Os estudantes conheceram as diretrizes do Programa Nacional de Gestão da Permanência (PNGP), política voltada ao suporte dos alunos até o encerramento dos cursos e à preparação para a entrada no mercado de trabalho.
O encontro abordou o compromisso dos alunos com a própria trajetória formativa, demonstrando como a conclusão das aulas amplia as oportunidades profissionais e pessoais. Em Sergipe, o PNGP atua diretamente no enfrentamento da evasão escolar por meio do suporte ao corpo discente.
O analista Rafael Dias Ramos explicou que a ação representa um momento estratégico de sensibilização. “O Programa Nacional de Gestão da Permanência é fundamental para que nossos alunos compreendam que concluir o curso não é apenas um requisito, mas uma oportunidade real de transformar suas vidas. Permanecer no processo formativo significa sair mais preparado, mais confiante e com reais condições de ocupar um espaço no mundo do trabalho”.
A programação também contou com a participação da analista educacional do Núcleo de Promoção e Relação com Egressos, Elizângela Silva, que detalhou o funcionamento da Rede de Talentos do Senac Sergipe. A plataforma funciona como uma ligação entre a formação em sala de aula e a empregabilidade, permitindo que os estudantes cadastrem seus currículos após a conclusão do curso para visualização por empresas parceiras.

“O Rede de Talentos do Senac é o passaporte do egresso para o mercado de trabalho, conectando pessoas qualificadas diretamente a empresas parceiras em busca de novos profissionais. Ao cadastrar o perfil, o ex-aluno ganha visibilidade exclusiva e acelera sua contratação com o peso e a credibilidade da formação Senac”.
Participou também da atividade, a analista educacional da unidade de Propriá, Michele Lima, responsável pelo suporte pedagógico local, acompanhamento do processo de ensino, apoio aos docentes e mediação das demandas dos estudantes.
“Como analista educacional, meu papel vai além de acompanhar alunos. Minha missão é garantir que cada jovem que entra na aprendizagem saia transformado. Para muitos, é a primeira chance real no mercado. É onde se aprende postura profissional, rotina, responsabilidade e, principalmente, se descobre o próprio valor. Aprendizagem não é só o primeiro emprego. É o primeiro passo para um futuro melhor que cada um pode ter”, ressaltou Michele.
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