O Senac iniciou as atividades de uma nova turma do Curso Técnico em Enfermagem por meio do Programa Senac de Gratuidade (PSG). Ao todo, 35 alunos estão matriculados na modalidade, que é destinada a pessoas em situação de vulnerabilidade social com o objetivo de ampliar o acesso à formação profissional.
A recepção dos estudantes contou com a participação da gerente do Núcleo Pedagógico, Flávia Ribeiro; analista educacional,Tânia Santos; instrutora do curso de Enfermagem, Maria Morgana; responsável técnica do Segmento Saúde, Nayline Andrade; e da gestão local do Programa Nacional de Gestão da Permanência (PNGP), Rafael Ramos. Durante a abertura, foram apresentadas as diretrizes da política de gratuidade e as ações institucionais voltadas ao acompanhamento do corpo discente.

A gerente do Núcleo Pedagógico, Flávia Ribeiro, abordou a função social do PSG e a inserção dos novos alunos no setor de saúde.
“O Programa Senac de Gratuidade viabiliza a formação profissional e o acesso ao mercado de trabalho. Iniciamos esta turma de um curso estratégico para o setor de saúde, focada na qualificação técnica e no atendimento à sociedade”, afirmou a gerente.

O analista de processos Rafael Ramos detalhou o funcionamento do PNGP, que monitora o desempenho acadêmico para reduzir os índices de evasão escolar. Segundo Ramos, a instituição oferece suportes adicionais para fortalecer a trajetória dos estudantes.
“O foco do programa é assegurar a permanência e o engajamento dos alunos. Para isso, disponibilizamos cursos de recomposição em Língua Portuguesa e Matemática, que auxiliam no desenvolvimento das competências básicas exigidas durante a formação e no exercício profissional”, explicou o analista.

Para a aluna Andréa Santos Pereira, a gratuidade é o fator que viabiliza a continuidade dos estudos técnicos. “O PSG permite o acesso de quem não possui recursos para custear uma formação profissional. Pretendo cumprir as etapas do curso para concluir a especialização em Enfermagem, que era um objetivo pessoal”, relatou a estudante.
A aluna Marina Farias Gonçalves relacionou a escolha da carreira a experiências prévias e à infraestrutura oferecida pela instituição. “Optei pela Enfermagem devido a vivências familiares. A estrutura da instituição contribuirá para a formação técnica necessária ao mercado”, declarou.
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